31.01.2011 às 16:03
tudo, mamãe Margarida. Quando, juntos, contemplávamos um belo campo de
trigo maduro, ela me dizia: “Joãozinho, agradeçamos ao Senhor. Ele foi
bom para conosco. Deu-nos o pão cotidiano”. Depois de contar para ela o
sonho que haveria de marcar a minha vida, com a intuição que só o
coração de uma mãe pode perceber, ela exclamou: “Quem sabe se um dia não
serás sacerdote”. Palavras simples, que me faziam entender que Deus
sonhou comigo, que Deus tinha para mim um sonho a realizar, um plano, um
projeto maravilhoso, uma história de amor que estava tecendo dentro de
mim, misteriosa e silenciosamente: entregar a minha vida aos jovens, por
eles e com eles. Tudo isso me fazia sonhar coisas grandiosas.